segunda-feira, 27 de julho de 2009

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Criaças Problematicas


Ensinando Crianças de Lares ProblemáticosNenhum lar está isento de problemas. Porém, um número cada vez maior de famílias, em nossos dias são disfuncionais. As famílias entram às vezes em crise quando um dos pais falta, seja por causa de morte, suicídio, ou divórcio. Padrões destrutivos também são encontrados até mesmo nos lares em que os dois, pai e mãe, estão presentes. Alguns pais tão traumatizados por eventos penosos que viveram no passado que não conseguem satisfazer as necessidades dos filhos. É enorme o número de crianças obrigadas a viver em ambientes negativos devido irá crônica, negligência, ou outras formas de abuso.Procure Entender a Percepção das Crianças de Lares com ProblemasAs crianças de lares com problemas são muitas vezes perseguidas por sentimentos de medo ou desespero. Muitas sentem solidão e isolamento, pensando que seus problemas são únicos. Elas ficam confusas porque amam os pais, porém sentem-se geralmente impelidas pelo desejo de obter a aceitação dos pais – mesmo que essa seja impossível. Quando fracassam em suas tentativas de agradar, sua falsa culpa (sentir-se mal sobre o que pensam ter feito) se transforma em vergonha (sentir-se mal sobre quem pensam que são) e acabam convencidas de que não têm valor.Fique Atento aos Sintomas das Crianças Magoadas As crianças de lares com problemas aprendem três regras: NÃO CONFIE /NÃO SINTA /NÃO FALE. Muitas delas transferem essas regras para o relacionamento fora de casa. Embora muitos desses meninos e meninas vivam continuamente em um estado de negação, construindo mundos de fantasia para bloquear os seus problemas, outros podem torna-se calados, não se comunicando com naturalidade. Num grupo, essas crianças muitas vezes parecem desatentas ou retraídas. Elas talvez tenham dificuldade em prestar atenção ou não queiram participar das atividades. Algumas crianças magoadas podem demonstrar irá ou agressividade. Outras podem se agarrar ás pessoas ou bancar o palhaço, mostrando sua necessidade de aceitação e afeto ao solicitar atenção permanente – de maneira positiva ou negativa. Um desafio enfrentando pelos que trabalham com crianças é discernir a razão do comportamento delas. Precisamos de ajuda do Espírito Santo para descobrir quais as crianças cujos problemas exigem tratamento especial. Devemos lembrar que as necessidades de todas as crianças (de todo mundo, por sinal) são basicamente as mesmas. Todos precisam de respeito e atenção, incentivo e amor. O professor desempenha às vezes um papel vital como o único adulto capaz de ajudar crianças carentes, a ver o seu valor aos olhos de Deus.Permita que Deus use Você para Satisfazer as Necessidades das Crianças Perturbadas.1. Planeje sua aula de modo que Cristo seja o tema Central. Ao trabalhar com crianças necessitadas, compreenda que a melhor maneira de resolver os problemas delas é fazê-las conhecer a Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Evangelize e discipule: apresente às crianças Aquele que irá acompanhá-las vida a fora para satisfazer cada necessidade.2. Faça cada criança sentir-se bem-vinda e aceita. Neutralize os sentimentos de rejeição que as crianças possam ter, cumprimentando cada uma com um sorriso amigo, uma palavra amável, e a mão no ombro. Demonstre-lhes que você está contente com a presença delas. Trate cada uma com respeito. O amor de Deus por nós não se baseia em nossa aparência ou no que fazemos.3. Torne sua classe um lugar seguro e estável. Para as crianças cuja situação familiar é caótica, um ambiente agradável e ordeiro, com certa rotina, pode ser um oásis. Peça ajuda de Deus para capacitá-lo a ser bem–humorado e mostrar amor.4. Discipline adequadamente. Os lares com problemas são freqüentemente caracterizados por padrões de disciplina rígidos, inconsistentes ou permissivos. Estabeleça, explique e reforce regras simples para classe, com palavras bondosas, firmes e consistentes. Quando for necessária correção, critique o comportamento e não a criança. Deixe que esta saiba que você acredita que ela pode melhorar.5. Ofereça um programa interessante e desafiador. As crianças com problemas dificilmente tem oportunidade de participar de divertimentos saudáveis. Procure envolve-las em atividades criativas que lhes irão estimular o crescimento. Ajude as crianças carentes a preencher os vazios em sua vida diária, sugerindo maneiras de passar as horas de lazer ou solidárias em atividades que agradem ao senhor. Ensine-as a escolher os amigos com sabedoria. Ajude-as a conhecer livros cristãos. Considere levá-las a passeios e excursões no campo.6. Modele a vida cristã vitoriosa. Você pode ser o único adulto salvo na vida de uma criança necessitada. Deixe que os meninos e meninas vejam Cristo em você. Não tente dar ás crianças a falsa impressão de que você é perfeito; em vez disso, seja transparente. Quando apropriados, conte as dificuldades que enfrentou e explique as maneiras como foi ajudado por Deus durante as crises.7. Ouça as crianças e incentive-as a falar. As crianças que passam por problemas quase sempre precisam expressar seus temores e preocupações. Fique à disposição delas e tome tempo para ouvi-las com atenção. Pergunte às crianças sobre os seus interesses e atividades. Enquanto falam, faça comentários positivos. Não force detalhes, mas mostre que se importa sinceramente. Ajude as crianças a pensarem positivamente sobre elas mesmas e a desenvolverem alvos para o futuro. Ganhe a confiança delas, mantendo em sigilo as informações recebidas delas. 8. Assegure e encoraje as crianças. Assegure as crianças do amor e aceitação de Deus. Conte a elas que Ele deseja perdoar e salvar. Ajude-as a compreender que não precisam sentir culpa quando outros agem errado (membros mais velhos da família ou vizinho). Faça elas se sentirem especiais e dignas, elogiando a sua resistência. Compartilhe Escrituras que falem dos planos especiais de Deus para a vida de cada criança (por exemplo, Jeremias 29.11). 9. Desenvolva confiança. Mostre às crianças, pelas reações consistentes e piedosas, que você é digno da confiança delas. Evite criticar as crianças ou os pais. Não desperte as defesas delas nem aumente o conflito que já sentem. Sentem que fizer uma promessa, não deixe de cumpri-la rapidamente.10. Ensine às crianças versículos-chave aos quais possam recorrer. Os meninos e meninas em situações difíceis precisam saber o que é errado e como agir certo. Eles necessitam do consolo das promessas de Deus. Ajude-os a guardar no coração versículos que falem dos padrões de Deus e os assegure do Seu amor e proteção.11. Ore com as crianças e pro elas. As crianças de lares com problemas muitas vezes se sentem engaioladas, solitárias e com medo. Ajude-as a compreender que Deus está sempre vigilante e atento. Encoraje-as a se voltarem para Ele quando precisarem de ajuda. Mostre sua preocupação sincera, ore pelas necessidades especificas das crianças.Estabeleça uma Política para tratar dos Problemas Graves de abusoUma criança pode precisar de mais ajuda do que você pode dar. Prepare uma política-padrão para tratar dos casos de abuso severo. Se achar que uma criança está sendo fisicamente maltratada ou abusada sexualmente, é necessário notificar às autoridades. Consulte o seu supervisor ou Pastor. Ajude a criança a compreender que você tem a responsabilidade de protegê-la. Assegure-a do seu amor e apoio contínuo.

HARRY POTTER


Harry Potter

Como é próprio dos espíritos de engano, este chegou de forma sutil e aparentemente inofensiva. Lembra a história do homem que encontrou um ovo na rua, levou-o para casa acreditando que fosse de um belo pássaro, colocou-o em incubadeira e quando o filhote nasceu, descobriu que era uma serpente venenosa. Mas, ao invés de meter-lhe uma paulada na cabeça, o cidadão viu até alguma beleza no bichinho e foi criando-o, a ponto de se acostumar com a peçonha. Acabou envolvido e dominado pela serpente e morreu vítima de seu veneno.É o que tem acontecido com a bruxaria no mundo. Há trinta anos, uma simpática feiticeira loura apareceu nas emissoras de tevê mundiais. No seriado “A Feiticeira”, a loirinha não tinha verrugas e tampouco voava em vassouras. Era inteligente e bonita. Num leve movimento de ponta de nariz transformava mulheres rivais em rãs ou homens grosseiros em criados gentis. Quem iria atribuir o mal a alguém tão inofensivo?Ao longo das últimas décadas, desenhos animados foram surgindo — produzidos na maioria nos estúdios americanos de Walt Disney. Gibis foram aparecendo e cruelas cruéis e magas patalógicas ganharam espaço. Reinos encantados saíram das pranchetas e espelhos mágicos sugeriam que a beleza era objeto de desejo, mesmo que para alcançá-la fosse necessário fazer uso da bruxaria e encantar belas adormecidas. A televisão transformou o planeta e principalmente as crianças em reféns da imagem e do som e o mundo voltou às fábulas.Os educadores começaram a se preocupar. Como seria o mundo futuro se as crianças viviam como que hipnotizadas e passivas diante da Tevê? E, o que era pior, sem poder contar com a ajuda dos pais, da mesma forma escravizados.A solução chegou também sutil e num repente. E foi literalmente um anjo caído do céu quem a apresentou: em livros. Não era isto que a humanidade queria? Tirar as crianças da TV e devolvê-las aos livros, o maior ícone cultural de toda a civilização?As crianças precisavam voltar aos livros, não era essa a prioridade? Que voltassem a ler. Não importava que contivessem versos satânicos que as convidasse para entregar a alma ao Dragão, a antiga serpente, que é Satanás. Não importava que seu conteúdo ensinasse crianças a amaldiçoar a Deus e desejar o poder das trevas. Afinal, livro é cultura.Cenário pronto, com a geração dos pais ainda como que hipnotizada pela piscadela da feiticeira Samantha do seriado em preto e branco, bastava encher as prateleiras das livrarias do cosmo.Como se ainda estivesse em transe, a geração atual de pais não ofereceria qualquer resistência à entrada em suas casas de um completo manual de bruxaria, de acabamento de luxo e nome aparentemente inocente, com aventuras protagonizadas por um adolescente também aparentemente inocente e que usa óculos para grau forte: Harry Potter. Travestido de livro, a série é um curso completo de iniciação às profundezas de Satanás. E põe profundeza nisso.Como disse alguém, o diabo é mau, não burro. Ele jamais chegaria exalando enxofre e de chifres à mostra — se é que os tem. O raciocínio do Demo é mesmo diabólico. Ele está mesmo endemoninhado. Quem, em sã consciência, iria impedir que crianças tenham acesso a uma fonte de saber fundamental como o livro? Afinal, esta série conseguiu fazer o que parecia impossível: tirar crianças da frente da TV, a babá eletrônica.Os anjinhos passaram a adquirir o gosto pela leitura. Isto é maravilhoso. Estão lendo, é o que importa.O que estão lendo não faz qualquer diferença... Assim como não faz diferença o que estão vendo ainda hoje em suas TVs particulares, nos quartos. Filhos de crentes trancados no quarto, ligados no canal que querem, e até a hora em que desejarem. Ora, pais, deixem de ser caretas..., dizem as más línguas.Da teoria para a práticaEntre um filem e outro, os pimpolhos se entopem de assassinatos em série, estupros, crueldade e vingança... mas pelo menos não incomodam a mamãe na cozinha ou o papai, no trabalho. Agora, já não enchem o saco. Estão se enchendo do saber...E como sabem. Sabem amaldiçoar, fazer um trabalho de bruxaria para matar alguém, renegar a Jesus, vingarem-se.Para os educadores a novidade é saudada como maravilhosa. Dizem que esses livros de bruxaria levaram as crianças a deixar a passividade. Agora estão lendo.Realmente as crianças deixaram a passividade. Antes, pela TV, os peraltinhas apenas viam outros matando, roubando, vingando-se e se prostituindo. Receberam lições inesquecíveis. Agora, com o manual de bruxaria, podem praticá-las.Basta um pacto satânico. Jesus, aprenderam, era um fraco, morreu. Mas o Diabo sim, tem poder e passa esta força a qualquer interessado. Além disso estão agradando papai e mamãe, afinal nunca leram tanto em toda sua longa e experiente vida de 8 ou 12 anos...Sucesso no Mundo todoA série de livros de bruxaria escrita por Joanne Kathleen Rowling é sucesso no mundo todo e já é responsável pelo aumento no número de adeptos do satanismo. Nos últimos quatro anos, desde que o primeiro livro de Harry Potter surgiu nas livrarias americanas, o número de pessoas adeptadas ou simpatizantes do satanismo cresceu 14 mil por cento, só nos Estados Unidos.Em 1995, os EUA tinham cerca de 100 mil adultos envolvidos com seitas e igrejas satânicas.Hoje, estima-se que a igreja satânica tenha 14 milhões de seguidores entre crianças e jovens, nos EUA. No Brasil, a principal igreja satânica está sediada em Vitória, no Espírito Santo, cidade aliás campeã em homicídios no País. Para os satanistas, que não escondem a predileção por crianças e jovens virgens, de ambos os sexos, para iniciá-las em orgias e sacrifícios diabólicos, receber uma adesão infantil e inocente como essa é um presente do inferno.A série Harry Potter já foi vendida em 42 países, traduzida para 35 idiomas e ultrapassou a marca de 100 milhões de exemplares vendidos. Na maioria dos países, os livros de Harry Potter estão em primeiro lugar de vendas.O personagem foi criado por uma escritora britânica de 34 anos, Joanne Kathleen Rowling. A autora se descreve, quando criança, usando óculos, tímida e insegura, porém, bastante estudiosa. Na infância tinha um vizinho que gostava de brincar, chamado Potter. Eles costumavam brincar de ser bruxos. Joanne terminou seus estudos, casou-se, mas logo depois se divorciou. Quando sua mãe morreu, ela entrou em depressão. Foi nessa hora que começou a escrever a série Harry Potter. A autora, fazendo um apanhado de seus escritos, afirma: O tema que percorre os sete livros é a luta entre o bem e o mal.As aventuras de Harry Potter têm tirado muitas crianças da televisão e dos vídeos-game e os feito ingressar na leitura das trevas. Ao trocaram seis por meia dúzia estão na realidade, trocando tudo por 666, número que, segundo a Bíblia é marca registrada de Satanás.As escolas têm, até mesmo, incluído no seu currículo, a leitura dos livros da série como auxílio nas aulas de gramática. Entretanto, alguns pais, numa escola em Durham, perto de Toronto, Canadá, não queriam deixar que os livros de Rowling fossem lidos em sala de aula para seus filhos, pois alegavam que os livros traziam glorificação à feitiçaria. Depois de vários debates, o conselho da escola decidiu pela permissão da leitura.No Brasil, muitos colégios estão adotando os livros. Três grandes colégios particulares de Campinas, SP, já o fizeram. E pretendem adotar a série didática que está no prelo e deve sair nos próximos meses no Brasil.Professor de feitiçosHarry Potter é um garoto que, quando pequeno, enfrentou o mais poderoso bruxo, Lord Voldemort. Quando conseguiu vencê-lo, alguns poderes foram transferidos misteriosamente a ele. A partir daí, Potter vai para a escola de bruxos onde os personagens são: um professor de defesa contra artes das trevas, um professor de feitiços, um professor fantasma, um poltergeist, entre outros.O material para os alunos da segunda série da escola de Harry Potter são: O Livro padrão de feitiços, 2ª série; Como dominar um espírito agourento, Como se divertir com vampiros, Férias com bruxas malvadas, (...) Excursões com vampiros, Passeios com lobisomens...´.Impedidos por seus pais de freqüentarem cultos satânicos, alguns adolescentes têm criado suas próprias instituições. Para se tornar membro de um grupo desses é preciso amaldiçoar o nome de Deus. Segundo a igreja satânica, há entre crianças e jovens, 14 milhões de seguidores no mundo. Há pouco mais de 5 anos não havia mais que 100 mil adeptos, adultos na grande maioria.Demônio de três cabeçasHarry é um feiticeiro de 13 anos de idade, que blasfema abertamente contra Deus e contra Jesus, promovendo a feitiçaria seguida de vingança contra qualquer um daqueles que o desaponte. O livro lhe da exemplos de como fazer rituais com palavras de magia e invocação de poderes demoníacos, e vem ate mesmo com a bibliografia completa das obras citadas. Mostra até como invocar ´CEREBUS´ demônio a quem chamam de cão de caça, de três cabeças, habitante do inferno...Livros da série , todos escritos por J. K. Rowling: Harry Potter e a Pedra Filosofal; Harry Potter e a Câmara Secreta; Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban!; Harry Potter e o Cálice de Fogo;

ESTÁ AI ALGUMAS DINÂMICAS


01- A Palavra de Deus que transforma Objetivo: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.Descrição: Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja. Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós. Dê um objeto para cada pessoa. Colocar 1º a bolinha de isopor na água. Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Somos também impermeáveis?Mergulhar o giz na água. Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós? Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu. Refletir: o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ? Mergulhar a esponja e espremer a água. Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada. Iluminação Bíblica: Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,1602-



A troca de um segredoParticipantes: 15 a 30 pessoasTempo Estimado: 45 min.Modalidade: Problemas Pessoais.Objetivo: Fortalecer o espírito de amizade entre os membros do grupo.Material: Lápis e papel para os integrantes.Descrição: O coordenador distribui um pedaço de papel e um lápis para cada integrante que deverá escrever algum problema, angústia ou dificuldade por que está passando e não consegue expressar oralmente. Deve-se recomendar que os papéis não sejam identificados a não ser que o integrante assim desejar. Os papéis devem ser dobrados de modo semelhante e colocados em um recipiente no centro do grupo. O coordenador distribui os papéis aleatoriamente entre os integrantes. Neste ponto, cada integrante deve analisar o problema recebido como se fosse seu e procurar definir qual seria a sua solução para o mesmo. Após certo intervalo de tempo, definido pelo coordenador, cada integrante deve explicar para o grupo em primeira pessoa o problema recebido e solução que seria utilizada para o mesmo. Esta etapa deve ser realizada com bastante seriedade não sendo admitidos quaisquer comentários ou perguntas. Em seguida é aberto o debate com relação aos problemas colocados e as soluções apresentadas.Possíveis questionamentos:- Como você se sentiu ao descrever o problema?- Como se sentiu ao explicar o problema de um outro?- Como se sentiu quando o seu problema foi relatado por outro?- No seu entender, o outro compreendeu seu problema?- Conseguiu pôr-se na sua situação?- Você sentiu que compreendeu o problema da outra pessoa?- Como você se sentiu em relação aos outros membros do grupo?- Mudaram seus sentimentos em relação aos outros, como conseqüência da dinâmica?


03- AfetoParticipantes: 7 a 30 pessoasTempo Estimado: 20 minutos Modalidade: Demonstração de Afeto.Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.Material: Um bichinho de pelúcia.Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.


04- Varinhas que não quebram Material: Um feixe de 16 varinhas (pode-se usar palitos de churrasco)Utilidade pastoral: União do grupo. A fé como força que pode agregar, unir e dar resistência às pessoas.1. Pedir que um dos participantes pegue uma das varinhas e a quebre. (o que fará facilmente).2. Pedir que outro participante quebre cinco varinhas juntas num só feixe (será um pouco mais difícil).3. Pedir que outro participante, quebre todas as varinhas que restaram, se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.4. Pedir que todos os participantes falem sobre o que observaram e concluíram.5. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.


05- Dinâmica da bala Participantes: 7 a 15 pessoas Tempo Estimado: 30 minutos Modalidade: Avaliação dos Integrantes.Objetivo: Abordar pontos positivos e negativos individuais dos integrantes do grupo.Material: Balas de cereja (com sabor azedo) e bombons na proporção de uma de cada tipo para cada integrante do grupo.Observações: Nada impede que o número de balas e bombons seja aumentado ou que os mesmos sejam novamente utilizados durante a dinâmica, opção do coordenador. Esta dinâmica é mais indicada para grupos homogêneos em termos de laços de amizade.Descrição: O coordenador deve distribuir as balas e bombons para os integrantes do grupo. Cada integrante deve distribuí-los do seguinte modo:- O bombom é dado a uma pessoa que tenha feito algo positivo que tenha chamado a atenção do integrante.- A bala azeda é dado a uma pessoa que tenha agido de maneira que tenha entristecido a pessoa que deu a bala ou alguma outra pessoa.A distribuição não deve apresentar nenhuma ordem em especial, sendo totalmente espontânea. Uma bala ou bombom pode ser dado a alguém que já tenha recebido outra do mesmo tipo. Os integrantes podem dar balas ou bombons para si próprios. A apresentação correspondente às balas azedas deve ser feita com sinceridade, mas também com muita sensibilidade para que a pessoa, sem ser ofendida, possa rever algumas de suas ações.


06- Semeando a amizade Participantes: 7 a 15 pessoas Tempo Estimado: 30 minutos Modalidade: Amizade.Objetivo: Lançar boas semente aos amigos.Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.


07- Presente de amigoParticipantes: 10 a 30 pessoasTempo Estimado: 30 minutosModalidade: Avaliação dos IntegrantesObjetivo: Enaltecer qualidades dos integrantes do grupo.Material: Lápis e papel para os integrantesDescrição: O coordenador divide o grupo em subgrupos de quatro a seis integrantes e, em seguida, expõe o seguinte: "Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns integrantes do grupo." Prosseguindo, o coordenador convida os integrantes para que escrevam mensagens para todos os integrantes de seu subgrupo. As mensagens devem ser da seguinte forma:- Provocar sentimentos positivos no destinatário com relação a si mesmo;- Ser mais específicas, descrevendo detalhes próprios da pessoa ao invés de características muito genéricas;- Indicar os pontos positivos da pessoa dentro do contexto do grupo;- Ser na primeira pessoa;- Ser sinceras;- Podem ser ou não assinadas, de acordo com a vontade do remetente.As mensagens são dobradas e o nome do destinatário é colocado do lado de fora. Então elas são recolhidas e entregues aos destinatários. Depois que todos tiverem lido as mensagens, segue-se à conclusão da dinâmica com um debate sobre as reações dos integrantes


08- A viagem Objetivo: Definir as prioridades pessoais.Material: Papel e caneta para cada integrante.Descrição: O coordenador pede para que cada pessoa escreva cinco sonhos pessoais de cada um. E começa a dizer: Lembrando que esse sonhos serão nossa bagagem de uma viagem muito especial, a viagem da nossa vida, iremos para outro país, numa longa jornada.Com nossos sonhos em mãos e saindo de casa temos nossa primeira dificuldade, nem todos os nosso sonhos cabem no carro que vai nos levar, assim temos que abandonar um. Qual deles seria?Seguindo viagem, nosso carro quebra e temos que seguir a pé, mas devido ao peso das nossas bagagens temos que deixar outra de lado, ficando somente com três. Qual sonho foi abandonado?Em nossa caminhada nos deparamos com um cachorro que começa a corre atrás de nós para nos atacar, e para podermos escapar de uma mordida temos que deixar outro sonho, ficando com dois sonhos. Qual sonho ficou para trás?Após um caminho tortuoso até a entrada no outro país, encontramos uma alfândega onde somos barrados e temos que seguir somente com uma mala, qual sonho deixamos? Qual o nosso maior sonho que nunca abandonamos?Para o plenário:O carro cheio representa a nossa família e ou amigos que nos fazem desistir de alguns sonhos. O peso das malas representa o tempo no qual tentamos realizar esse sonho que pelo cansaço desistimos. O cachorro tem conotação de perseguição, assim como Jesus disse que seus discípulos seriam perseguidos, isso é uma purificação e finalmente a alfândega que significa a porta dos céus, nossa última passagem antes de assumir um único sonho para nossa vida inteira.Qual hora foi mais difícil para abandonar um sonho?O que me motiva durante as dificuldades?Que retribuição devo esperar se seguir corretamente todos os meus passos nesta viagem?qual a retribuição que Deus deu para mim?


09- A macaObjetivo: Avaliar nossos laços de amizadeMaterial: papel e caneta para cada umDescrição: Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8). Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha. e na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.Plenário:Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de o que qualquer coisa?Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?Sou incondicional de quatro pessoas?Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?No trecho do evangelho observamos alguma coisas como?- Lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.- O ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.- Os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.- Deixar-se servir pelos irmãos- Uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.


10- Juventude e comunicaçãoObjetivo: Criar comunicação fraterna e madura.Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.Anotar na figura:Diante dos olhos: as coisas que viu e mais o impressionaram.Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.Diante da cabeça: 3 idéias das quais não abre mão.Diante do coração: 3 grandes amores.Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.Diante dos pés: piores enroscadas em que se meteu.Colocar em plenário- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?Iluminação bíblica: Marcos 7, 32-37

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Levando Crianças e Adolescentes a Cristo





1. Importante Tarefa - Temos consciência plena da importância de evangelizar a criança e o adolescente. É uma das mais importantes tarefas colocadas nas mãos da Igreja de Cristo.
2. A salva e não-salva - Em qualquer grupo de crianças em que você for trabalhar, tenha em mente dois tipos de crianças: a salva e a não-salva. Isto porque “todo filho de peixe, peixinho é, mas nem todo filho de crente, crentinho é”.
3. Como levar uma criança a Cristo
a) Mostre-lhe a necessidade que ela tem da salvação (Rm 3:23).b) Aponte-lhe o caminho da salvação (I Co 15:3-4).c) Leve-a a receber o presente da salvação, (Jo 1:12).d) Mostre-lhe, pela Bíblia, que tendo recebido a Cristo como Salvador, agora tem a salvação, (Jo. 3:36).
Considerações importantes

professora
1. A finalidade de se trabalhar com crianças é oferecer-lhes três coisas essenciais:a) Salvação: Passo importante. É a base da sua vida. A aceitação pessoal de Cristo.b) Crescimento: Conhecimento da Palavra de Deus e o seu relacionamento com Cristo, para uma vida feliz.c) Serviço: Sua vida diária de acordo com a vontade de Deus, agora trabalhando para Ele.
2. Pontos Importantes - juntando-se às três finalidade anteriores, sete pontos importantíssimos também devem fazer parte da mensagem do evangelho para atingir o objetivo desejado:a) Atributos de Deus (amor, santidade, justiça, fidelidade…)b) Jesus Cristo, o único e perfeito Filho de Deus (Jo 3: 16).c) Todos pecaram (Rm 3:23).d) Cristo morreu por nós (Rm 5:8).e) Cristo ressuscitou e é o Caminho para Deus, (I Co 15:4).f) O presente da salvação, (Jo 1:12).g) O Espírito Santo - A companhia constante que Cristo enviou para nos ensinar e nos ajudar. (Jo 14:l6).

Responsabilidade que Temos de Mostrar a Verdade


Vários são os exemplos de crianças que Deus utilizou como instrumento de Seu amor. Muitos acontecimentos bíblicos se devem ao chamado de crianças, tais como:a) Isaque - o monte para onde seu pai o levou para o sacrifício tornou-se o monte do Senhor, pela submissão e fidelidade a Deus por parte de Abraão. Isaque conhecia o ritual do sacrifício e também recebeu, na ocasião, uma lição de fé quando perguntou sobre o cordeiro e Abraão lhe respondeu: Deus para si proverá o cordeiro (Gn 22:8)b) José - Deus se revelava a ele através dos sonhos (Gn 37:9)c) Samuel - ouvia a voz de Deus (I Sm 3:10).d) Davi - o cantor que louvava a Deus com a sua harpa (ISm 16:22-23)e) A Criadinha Evangelizadora - a escrava de Naamã que testemunhou e contribuiu para a cura de seu senhor (II Rs 5:2-3).f) O menino sem nome - que tinha os pães e os peixes e deu-os para a multiplicação (Jo 6:9).g) Jesus menino - no templo, discutindo com os doutores (Lc 2:46).h) Timóteo - que ouvia atentamente os ensinamentos da Palavra por sua mãe e avó. (II Tm 1:5).
Estes são, sem dúvida, alguns exemplos de que, desde a infância, o Senhor já utiliza aqueles que farão parte do Seu rebanho, seja como líderes ou ovelhas.A predestinação é para todos serem salvos. A vontade de Deus é que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (I Tm 2:4). E por que não desde criança?

quinta-feira, 7 de maio de 2009



Olá galera, quero vos apresentar alguém muito especial!

Essa ai comigo é a Tia Jaque,minha grande companheira no ministério infantil e adolescentes ,trabalhamos juntas na obra do Senhor em nosso campo.Gostaram né!!!!!!

BJ..............

quarta-feira, 6 de maio de 2009



Valorizando a Criança



Valorizando a criança

A criança não é um adulto em miniatura, como dizem algumas pessoas. Ela é um ser humano em desenvolvimento, com personalidade prórpia em formação, possuindo idéias, interesses, aspirações, próprios de sua idade.Se alguém não sabe dar valor a uma criança, reflete insensibilidade quanto ao significado da vida infantil, e pode projetar seus próprios traumas, adquiridos nos primeiros dias de vida. Dessa forma, os pais devem procurar estudar e observar a vida de seus pequenos filhos, para, não só ensiná-los no "caminho em que devem andar" , como diz a Bíblia, mas, também, aprender com eles lições que só na escola do amprendizado da vida é possível assimilar.


terça-feira, 5 de maio de 2009

Crianças x Televisão



Federação de Pais de Colégios Particulares e Públicos do Chile, elaborou um excelente documento sobre como a família pode tirar melhor proveito do uso da televisão. São 27 conselhos que seguidos pelas famílias resultarão em grandes benefícios. Devido a limitação de espaço, resumimos aqui os referidos conselhos.
1- Os filhos devem ser ensinados pelos pais tanto a ver programas televisivos gratificantes e enriquecedores, como a não ver aqueles que os possam degradar na sua dignidade humana.
2- Temos de ensinar aos filhos que não se deve ''ver televisão'', mas sim ver programas de televisão.
3- Para criar um critério de seleção, devemos evitar estar presos à televisão quando não estamos vendo um determinado programa.
4- Uma boa maneira de pôr em prática as idéias anteriores é não ter à mão o controle remoto, dado que isto é contrario ao critério de seleção que devemos criar nos nossos filhos.
5- Os nossos filhos não devem ter um aparelho de televisão no seu quarto. Este costume incentiva o isolamento.
6- É conveniente ter um horário pré-estabelecido para ver programas de televisão.
7- Não use a televisão como uma '' babá eletrônica'', dado que ela não cuida verdadeiramente dos nossos filhos.
8- A capacidade de imitação que as crianças têm deve ser orientada para o conhecimento de personalidades reais e exemplares (por exemplo: esportistas, heróis da nossa história, etc.), e não para ''heróis imaginários'' e inexistentes.
9- Culpar à televisão é uma saída fácil. Os pais não devem abdicar da luta para que em casa se veja boa televisão, tendo sempre presente que nos pertence a nós o dever e a responsabilidade de formar os nossos filhos.10- Se for possível, é muito conveniente que os pais vejam televisão com os filhos.
11- Devemos preferir que os nossos filhos vejam programas que têm a ver com o revelar de valores familiares.
12- Não é conveniente que a criança veja um programa que a iluda, tanto com a cumplicidade dos pais como às escondidas deles.
13- Qualquer programa que inclua erotismo, sexualidade, violência, maldade, promiscuidade, delinqüência, racismo, etc., não é apto para crianças e para a própria família.
14- Há que ter presente que os filhos devem aprender os valores morais antes de mais nada no domínio da família e no convívio com os outros, e não com os personagens e ações da televisão.
15-Os pais de família devem fazer esforços para procurar alternativas à televisão: desporto, visitas a museus e parques naturais, etc.
16 - A "cultura da imagem'' deve chegar às crianças por outros meios que não seja exclusivamente a televisão, quer dizer por fotografias, exposições, mapas, leitura, etc.
17 - Nós, pais, devemos fazer o necessário para que os programas sejam analisados e discutidos em reuniões de família, por exemplo às refeições.
18-As famílias podem criar uma coleção de vídeos com filmes e documentários de interesse para as crianças.
19-Os anúncios comerciais podem ser tão perigosos como os maus programas de televisão. Os pais devem estar muito atentos para que a televisão não torne os seus filhos pessoas superficiais ou consumidores de tudo o que se anuncia.
20- Ver ou não ver televisão não deve constituir para as crianças uma questão de prêmio ou castigo.
21 - Os pais de família devem iniciar os seus filhos, segundo a sua idade e desenvolvimento, numa prudente e positiva educação sexual, na qual se evite que uma imagem distorcida da mulher e do sexo lhes seja transmitida, pouco a pouco, por meio da televisão.
22 - Nós, pais de família, devemos lutar para que qualquer programa de televisão infantil, realizado sem ética, sem respeito pelos valores e pelos direitos das crianças, seja qualificado como um delito pela legislação nacional.
23 - Não devemos deixar que os nossos filhos vejam televisão-lixo.
24 - Nós, pais de família, devemos organizar-nos para exigir uma boa televisão, em horários infantis.
25-Perante uma programação infantil com baixa, discutível e reprovada qualidade, os pais têm o legítimo direito de pôr em marcha uma crítica construtiva.
26-Os pais de família e educadores devem fazer compreender aos seus filhos que a televisão não é imprescindível nem é o único meio para ocuparem o seu tempo livre.
27-O exemplo é uma terapia eficaz. Se os pais vêem muita televisão, e televisão de má qualidade, com que critério vão evitar que os seus filhos vejam os programas que são negativos

Como Fazer Um Culto Infantil


Amados irmãos envolvidos neste ministério abençoado. O Cultinho mensal para as crianças é de suma importância, uma vez que elas esperam sempre algo de novidade, e em cada culto temos muitas bênçãos para nossas crianças, Pontos importantes do Culto infantil das nossas crianças.OraçãoLouvoresHistória (palavra)Recursos usados para a pré e pós-ministraAdicionar imagemção da história (data-show, retro, cartazes, painéis, fantoche, dramatização com estilo época e etc.).Participação das crianças no culto, num todo, seja nos louvores, palavra, e outras atividades.Encerramento com brindes (não é interessante como essas crianças esperam sempre algo? Seja balão, balas, doces, ou lanches).
1. ORAÇÃOÉ importante desde cedo incentivar nossas crianças a manter o hábito da oração, sabemos que ela é de grande valia para nos manter em contato com Deus, e sabemos muito bem da dificuldade de nós adultos mantermos este hábito, por isso se nossas crianças chegam na Igreja, vamos pedir para elas “ajoelharem-se” e a orar, e não ficar nos bancos correndo para lá e para cá. Tenho por certo que o hábito vai ser tornar futuramente em um aliado de nossas crianças, uma vez que fazendo hoje, não esquecerão amanhã.
2. LOUVORESEles adoram cantar, e se não ganharem oportunidade, “ficam bravos ou tristes”. Por isso é importante fazer uma “escala do culto em si, quem vai ler a palavra, quem vai orar, e quem deseja louvar”. Mas sempre há muitas crianças para louvar, então faça o seguinte, converse com eles e diga que “se não der para louvar neste culto, terão oportunidade no próximo” mas não esqueça de deixar anotado os nomes, por que se esquecer eles certamente não esquecerão. Além do que incentivar elas a louvarem é uma benção, pois podem estar “gerando” um talento, e ainda assim estamos incentivando-os a sempre louvar DEUS, o que é mais importante.
3. HISTÓRIA BÍBLICA [PALAVRA]Uma das partes mais importantes do Culto, certamente sua equipe de (tios e/ou tias) convidaram alguém para trazer a mensagem, e um fator importante, na verdade sempre desejo convidar alguém que PREGUE para as crianças e traga a igreja também uma mensagem com a mesma direção. O que vemos é de fato um (a) pregador (a) ser convidado (a) para crianças e prega para a igreja e as crianças ficam "boiando" por favor, eles esperam o ano todo para esse evento, aí vem alguém e prega para os adultos? É certo que pode haver direção para adultos, existem exceções, no entanto se é culto infantil, pregue para as crianças. Muito cuidado na escolha, deve-se conhecer a pessoa, ou pelo menos ter indicações a respeito dela. E sempre ter o aval do PASTOR LOCAL e consultá-lo antes.RECURSOS VISUAIS PRÉ E PÓS-MENSAGEMEste tema está ligado á ministração da história, uma vez que varia de acordo com cada convidado para ministrar. Podemos abusar tranqüilamente no uso de recursos para a ministração, claro que desde que os mesmos estiverem disponíveis, entre tais temos:· Cartazes· Flanelógrafos,· Data-schow,· Retro-projetor (slides)· fantoches (em algumas igrejas não é permitido – sempre que viajo pergunto antes se posso levar, é bom respeitar os costumes locais) .· Recursos visuais para auxilio na fixação dos versículos, veja o Recursos visuais para o pós-mensagens, para testar a fixação da mensagem pelas crianças (Perguntas) no meu caso eu uso a minha ovelhinha MÉÉ,.
4. PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇASElas são “donas do culto” logo tem muito que participar, desde o começo, eis algumas participações delas no culto:· Cantar hinos da harpa· Lei
tura da bíblia· Louvores· Dramatizações (se tiver)· Fantoches (se tiver)· Coreografias (se tiver)· Auxílio para segurar visuais de versículos de pré-mensagem com preletor (a)O importante é usá-las com empenho, dando a elas a ênfase de estar sempre envolvido na obra do MESTRE e servindo a Cristo e a igreja, amanhã eles serão obreiros (as).
5. ENCERRAMENTO - BRINDES – LANCHESÉ impossível terminar um culto infantil sem dar a eles algo. Nem que seja uma lembrançinha de E.V. A feita com amor e carinho. Mas se for doce, balas, pipocas, lanches e balões, pronto, você já os conquistou-os para que eles venham no próximo culto, e é importante salientar a eles para que TRAGAM VISITANTES, seu amiguinho de escola e etc. Pois assim você já os ensina a serem “evangelizadores” desde cedo. É claro que isto depende muito dos recursos disponíveis em cada grupo, mas lembre-se um esforço para incentivá-los a estar na igreja é sempre benéfico.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

HAVERÁ CRIANÇAS NO INFERNO???????????


Essa questão tem motivo de muita discussão há séculos, e a muitos cristãos ainda faltam argumentos bíblicos que comprovem o destino celestial dessas pessoas muito estimadas. Deus, na sua sabedoria, poderia ter escondido a resposta bíblica daqueles que a esmagariam debaixo de seus pés e a rasgariam, criando um jogo de confusão, mas isso não é consistente com o caráter de Deus revelado na Bíblia, que ele poderia privar crentes sinceros dessa informação, dentre os quais alguns têm perdido seus pequenos com pesar.
Se não podem ser encontradas afirmações diretas sobre o assunto nas sagradas escrituras de Deus, a resposta, então, deve ser encontrada em princípios bíblicos claramente estabelecidos, que podem ser adequadamente aplicados ao caso em questão.


Em Romanos, capítulo nove, um lugar não esperado, encontra-se um princípio válido e convincente. É aqui, nesse trecho em que muitos pensam estar sendo delineado um Deus severo e irracional, que encontramos o maior Deus de misericórdia. Esse capítulo é provavelmente uma das passagens menos compreendidas e menos aceitas de toda a Bíblia, mesmo contendo uma pérola preciosa de verdade com um peso substancial sobre o assunto.
Começando pelos versos 10-13, vemos o apóstolo Paulo procurando regular as obras segundo o princípio de que Deus confere misericórdia. Jacó e Esaú eram igualmente pecadores por natureza no ventre de Rebeca, quando Deus tornou conhecido a ela o decreto de que Jacó seria a semente da promessa e recebedor da misericórdia de Deus (Gênesis 25:21-23; Salmos 51:5). É plenamente sabido que a escolha feita por Deus resulta do seu propósito de trazer glória para Si mesmo, e não de alguma previsão dos feitos deles. Não foi a previsão das ações e das obras do homem a motivação para Sua escolha dentre aqueles que Ele salvaria, mas sim um conhecimento prévio que fluiu do propósito eterno de Deus e amor eletivo (veja o versículo 13). O apóstolo afirma ainda, "Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu filho" (Romanos 8:29). Esse é um ponto importante porque, se Deus pode prever o arrependimento e a fé de uma pessoa, o que acontece com aqueles que morrem no ventre ou na infância?
Nossa natureza pecaminosa herdada da concepção é digna da ira de Deus por toda a eternidade, mas nosso texto mostrará que, se alguém, possuindo tal natureza, é brecado pela morte antes que possa manifestar uma resistência pessoal consciente a Deus, torna-se manifestadamente um vaso de misericórdia. Deus viu a ambos Jacó e Esaú necessitados de misericórdia quando a graça eleita foi atribuída a Jacó e retida em relação a Esaú. Fora da misericórdia de Deus, não há esperança. O próprio arbítrio e determinação do homem são inúteis (verso 16).
Assim como Jacó é um caso clássico da graça de Deus e representa todos os eleitos, o Faraó é um exemplo clássico de todos aqueles sobre quem Deus exercitará sua ira. Esaú caiu nesta última categoria, mas é mencionado em nosso texto para mostrar a benevolência da escolha de Jacó feita por Deus. Deus tinha um exemplo melhor para demonstrar seus propósitos com relação a Sua santa ira por meio do infame Faraó.

Deus permite que a natureza pecaminosa de alguns floresça como objetos de ira, sobre os quais obtém glória. O versículo 17 mostra que Deus sofreu muito com a maldade crescente do Faraó, tornando-se objeto da ira de Deus. É crucial o entendimento do versículo 18 para compreender o princípio sobre o qual essa passagem se constrói. Toda a raça humana se inclui nesse pronunciamento inspirado por Deus no versículo 18. Não há uma pessoa sobre a Terra que morre sem ser ou um vaso de misericórdia ou um vaso de ira. Ou se experimenta a obra regeneradora do Espírito ou se permanece no processo de endurecimento do coração.

O "mesmo barro" de que se fala no versículo 21 é uma referência a toda a humanidade em seu estado de queda. O barro tem qualidades inerentes que incluem seu endurecimento. Deixá-lo em seu estado natural e admitir sua existência o levará ao endurecimento. O endurecimento é atribuído a Deus, mas esse é um trabalho negativo porque Deus permite que alguns continuem em sua natureza arruinada até que manifeste resistência à justiça de Deus. Se o processo de endurecimento do coração não é parado, tem-se uma prova de que se trata de um vaso de ira. Se o processo de endurecimento é interrompido em alguém sobre quem antes tinha domínio, tem-se evidência de que se trata de um vaso de misericórdia. Apenas a graça de Deus manifestada em si mesma no novo nascimento pode interromper a influência do endurecimento da natureza decadente do homem (Efésios 2:1-10).
Deus não colocou uma maldade nova no coração do Faraó e nem mesmo no coração de qualquer um. "Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência" (Tiago 1:13b-14). O pecador não ajudado pela graça da eleição de Deus continuará em seu endurecimento até que alguma medida da horrível resistência à justiça de Deus apareça. Todos os humanos são, estando no processo de endurecimento, um vaso de ira, ou, estando sob o trabalho de regeneração que pára o endurecimento, um vaso de misericórdia.

Em Mateus 18:1-6, Jesus usa crianças como ilustração de algumas qualidades que existem no reino de Deus. O que foi que Jesus viu nessas crianças? Não uma natureza pecaminosa, porque todos são pecadores desde o tempo de sua concepção. Aquilo a que Jesus se referiu nas crianças foi essa falta de resistência consciente, o processo de endurecimento falado em Romanos, capítulo nove. O que há em comum entre o salvo e as crianças? Ambos têm uma natureza pecaminosa, a regeneração também tem uma natureza sagrada que exercita um poder que breca o processo de endurecimento, tornando-o como as crianças. Aquilo que comumente se chama idade da responsabilidade é, na verdade, aquele ponto na vida quando a natureza de uma criança pecadora conscientemente, isto é, pessoalmente, resiste em testemunhar a justiça de Deus. Deve ser observado que o argumento desenvolvido neste parágrafo recai não sobre a falta de responsabilidade de um bebê ou uma criança, mas sobre a prova de que são recebedores de misericórdia.
Aqui está a pérola preciosa encontrada em Romanos nove que responde nossa pergunta.
Se Deus, que sustenta a vida de todos em Suas mãos, escolhe tirar desse mundo alguém cuja idade, entre a concepção e a morte, não lhe permitiu tempo para experimentar esse duro processo, não é digno da ira de Deus, e, conseqüentemente, é um vaso de misericórdia. Deus não receberia glória de alguém que não foi justamente preparado para o inferno.

A longanimidade de Deus não é mostrada em ação até esse duro processo começar. Se alguém morre antes desse duro processo começar a tomar lugar, cai na categoria daqueles que são vasos de misericórdia. Ninguém merece a salvação, nem mesmo aqueles que ainda estão no ventre. Mas há um grupo que deixa esse mundo antes mesmo que lhe possa ser dito que, aos olhos de Deus, cometeu alguma bondade ou maldade como uma ação pessoal conscientemente contra Deus. É nessa categoria que Jacó e Esaú estavam quando ainda estavam no ventre. Nos ensinamentos de Jesus concernente ao reino, no qual usou crianças como seus objetos de comparação, parece evidente que jovens crianças, pecadoras por natureza, podem também estar nesse grupo.
Todas as pessoas, sem exceção, quando morrem, morrem como alguém que é vaso de misericórdia ou vaso de ira. O princípio de verdade ensinado em Romanos nove estabelece que jovens e crianças que morrem antes que seus corações comecem a robustecer contra a Deus incluem-se na categoria daqueles sobre quem Deus mostrou misericórdia. A morte deles testifica que Deus deve tê-los preparado instantaneamente para o céu através da limpeza e regeneração, sabendo que morreram despreparados para a ira. Mateus 21:16b é uma conclusão adequada, "pela bocas dos meninos e das criancinhas no peito tiraste o perfeito louvor". O louvor deles pela glória de Deus será ouvido no céu, não no inferno.